quinta-feira, 18 de outubro de 2007

Itapoeirando e fazendo quadrinhos


Mudando um pouco de assunto sobre Antropologia e ética, posto aqui minha primeira tirinha em história em quadrinho. Nunca tinha feito anteriormente e e hoje é a primeira vez que faço.

Aliás, tô feliz com ela. Era uma antiga piada nordestina, não sei se vocês acharam graça ;)


Alexandre

sábado, 6 de outubro de 2007

sábado, 29 de setembro de 2007

FA é FD, mas FD não é FA?



Adultos. Ambos livres, quem são eles?
Poderei descrevê-los? Sim, poderia. Mas seria a minha visão deles, não a deles deles mesmo. E ae? Seria útil?



quinta-feira, 20 de setembro de 2007

Depois do Prólogo da liberdade: quem sou eu?

Penso que, depois de tantas discussões sobre liberdade, precisamos saber: Quem são os promotores das metaphysical toys? Acho que os receptores dessas mensagens nem são apenas os próprios emissores: Há outras pessoas lendo nosso blog.

E aê surge a discussão: Como eu posso me descrever?
Eu. Eu tô descrevendo a mim mesmo, eu tô emitindo mensagens que falam de como eu sou. Num silogismo para vestibular, sou um função poética!
O que me caracteriza na aparência nesse momento que me descaracteriza em outros momentos: Meu cabelo black power.
O que me caracteriza sempre: Falo em grunidos.
O que me faz irritante: Busco teorias das ciências que me possibilitam um mínimo de esforços de classificação. Ciência e conhecimento são a mesma coisa. Direito e moral também. Beleza e justiça são finalidades de diferentes unidades (indíviduo, coletividade), mas que só podem ser compartilhadas por essas próprias unidades.

O que deve tá mais irritando o Nardi nesse momento: O alexandre tá levando esse blog a sério, assim como Dworkin faz com os direitos . Huahauhauha, piadinha tosca!.

PS: Amo todos vocês.
PS2: O amor é algo que ainda dá pra digivolver para... raio-chu!
Poeto porque poesia é rápida
Não cansa, todo mundo lê
E passo por artista quando escrevo
Mas o cinismo me impede à estética
Por isso que escrevo sem métrica e rima!

Risos de internet
Hahahah
Só para dizer, dizer, dizer...
Tô livre da métrica! Tô livre da rima!
Digo o que quero, e faço poesia.
Só me esqueço que ainda sou preso
Componho versos, e dô sentido ao que escrevo.
Eu ainda faço poesia.

terça-feira, 18 de setembro de 2007

MENELICK THE LEGEND

Eu nunca quis ser livre no sentido da falta de outras pessoas. descobri que a compra de um microondas, aparelho tão util para esquentar minha comida quando chego a noite depois da aula, não me trará mais felicidade. por que? porque a felicidade tá nos outros, tá em estar com os outros =)

Então se liberdade for ser só, eu prefiro não ser. Quero ser escravo, manipulado, touched by.
Mas eu quero reclamar da má escravidão, da má manipulação, do toque não-suave. E repensar o que é essa escravidão é quem me torna mais livre, se bem que um tapinha não dói. é gostoso demais!
:D

Alexandre em busca da poética perdida nos textos habermianos que ele nunca leu, apenas melenelou.